
Onde estou?
Um mundo onde cada pessoa se vira para si, um mundo onde cada pessoa é isso mesmo "cada pessoa", um mundo onde os valores parecem estar trocados, um mundo em que as desigualdades temem em crescer, um mundo que não me apetece antever o futuro, um mundo que é isto mesmo! Um mundo de pessimismo.
Mas afinal quem sou eu? Como diz a filosofia (de uma forma sempre justa e igual, mas quase sempre utópica), eu não sou apenas mais um, mas sou um, único e diferente de tudo e todos! Mas como me poderei eu fazer ouvir neste mundo que as minorias são esquecidas, ignoradas e humilhadas, neste mundo chamado de democrático, onde ninguém tem opnião própria, mas apenas pertence a um partido politíco, clube ou religião. Aqui onde até a minha existência é injusta, numa vida presa por um fio, um fio fino, por um fio que esqueço, mas do qual dependo . Se pensar em todas as acções que faço que podem fazer tremer esse fio, as vezes que passo a estrada sem olhar, as aventuras de adolescente inconsciente que tanto gosto de fazer, se pensar em tudo o que faço nao seria certamente feliz, se pensar em tudo o que me rodeia, neste mundo tão deprimente, não acordava da mesma maneira que acordo, não aproveitaria a vida como aproveito...
Estarei eu a ser egoísta?
Estarei eu a criar um mundo próprio, que não me deixa ver o que se passa?
Talvez, mas que sentido teria a minha vida, se pensar que com a comida que não me apetece e está no prato, poderia salvar uma criança que esta naquele preciso instante a morrer à fome? Mas que mundo é este? Que igualdade é esta? É isto que a globalização nos traz?
Desde pequeno, talvez por ter frequentado sempre escolas católicas, tenho um sonho, ser voluntário, sair daqui, poder realmente ajudar, poder dar um pouco, uns anos da minha a vida a pessoas que realmente precisem de mim. Um sonho que pode parecer contrastar com o resto da minha opinião, mas que no fundo é isso mesmo, um contraste com aquelas pessoas que se preocupam mesmo, mas que nada podem fazer. Pessoas que se sentem tristes e transtornadas depois de assistirem ao nosso "Jornal Nacional" que mais parece aquele filme que incrivelmente consegue juntar o terror com o drama! Compreendo essas pessoas e a sua tristeza que se deve dividir nas noticías e naquele sentimento horrivel de incompetência, mas que por tudo isto eu mudei, abri os olhos, quero continuar a saber tudo, mas vou continuar aqui! fechado, bem longe na minha "cápsula" ou infantilidade (como quiserem chamar)...
Egoísta? Puto?
Desculpem mas tive mesmo de "Não" mudar..!!!
Um mundo onde cada pessoa se vira para si, um mundo onde cada pessoa é isso mesmo "cada pessoa", um mundo onde os valores parecem estar trocados, um mundo em que as desigualdades temem em crescer, um mundo que não me apetece antever o futuro, um mundo que é isto mesmo! Um mundo de pessimismo.
Mas afinal quem sou eu? Como diz a filosofia (de uma forma sempre justa e igual, mas quase sempre utópica), eu não sou apenas mais um, mas sou um, único e diferente de tudo e todos! Mas como me poderei eu fazer ouvir neste mundo que as minorias são esquecidas, ignoradas e humilhadas, neste mundo chamado de democrático, onde ninguém tem opnião própria, mas apenas pertence a um partido politíco, clube ou religião. Aqui onde até a minha existência é injusta, numa vida presa por um fio, um fio fino, por um fio que esqueço, mas do qual dependo . Se pensar em todas as acções que faço que podem fazer tremer esse fio, as vezes que passo a estrada sem olhar, as aventuras de adolescente inconsciente que tanto gosto de fazer, se pensar em tudo o que faço nao seria certamente feliz, se pensar em tudo o que me rodeia, neste mundo tão deprimente, não acordava da mesma maneira que acordo, não aproveitaria a vida como aproveito...
Estarei eu a ser egoísta?
Estarei eu a criar um mundo próprio, que não me deixa ver o que se passa?
Talvez, mas que sentido teria a minha vida, se pensar que com a comida que não me apetece e está no prato, poderia salvar uma criança que esta naquele preciso instante a morrer à fome? Mas que mundo é este? Que igualdade é esta? É isto que a globalização nos traz?
Desde pequeno, talvez por ter frequentado sempre escolas católicas, tenho um sonho, ser voluntário, sair daqui, poder realmente ajudar, poder dar um pouco, uns anos da minha a vida a pessoas que realmente precisem de mim. Um sonho que pode parecer contrastar com o resto da minha opinião, mas que no fundo é isso mesmo, um contraste com aquelas pessoas que se preocupam mesmo, mas que nada podem fazer. Pessoas que se sentem tristes e transtornadas depois de assistirem ao nosso "Jornal Nacional" que mais parece aquele filme que incrivelmente consegue juntar o terror com o drama! Compreendo essas pessoas e a sua tristeza que se deve dividir nas noticías e naquele sentimento horrivel de incompetência, mas que por tudo isto eu mudei, abri os olhos, quero continuar a saber tudo, mas vou continuar aqui! fechado, bem longe na minha "cápsula" ou infantilidade (como quiserem chamar)...
Egoísta? Puto?
Desculpem mas tive mesmo de "Não" mudar..!!!